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dimanche 13 novembre 2016

Je rêve d'un St Martin avec les cochons... vivants!

Je suis arrivé à Porrentruy à la veille du St Martin, pour la suite de ma formation postgraduée. Aujourd'hui, je me suis allé promener sur le Marché, célébré depuis 20 ans, au Centre ville. Et je l'ai beaucoup aimé, tellement sympathique et beau qu'il est, surtout la musique, joué par la bande municipale et des joueuses et joueurs d'accordéon.
Comme on peu s'apercevoir d'après l'affichage ci-dessus, la vedette de la fête c'est le cochon, néanmoins, pas malheureusement à cause de son visage mignon, mais plutôt pour être goûté.
D'habitude l'industrie de l'alimentation utilise des images d'animaux souriants et contents, en étiquettes et affichages comme celui-ci, pour présenter ses produits. Nous grandissons en croyant que les animaux, que nous trouvions mignons pendant notre enfance, naturellement servent à le seule but d'être exploités, et que deviendrons nos sources d'aliments, entre autres. Pourtant, c'est ne pas évidente que les animaux soient en effet si heureux comme les éleveurs veulent en nous convaincre. Pour la seule et vrai raison qu'ils sont condamnés à vivre une existence pénible, emprisonnés, en soufrant des terribles épreuves psychiques et fréquemment de la maltraitance physique, jusqu'au dernière de ses jours, quand ils seront cruellement abattus, devant le regard effrayé de ses compagnons, par les mains indifférents et insensibles d'autre espèce, l'être humain, qui ne se croit supérieur, et dans le droit de les rendre esclaves. Vies rendues misérables, uniquement pour le "plaisir" d'un repas, ou quelque qui serait d'autre, comme ses fourrures, par exemple, pour nous en servir. 
Sûre que leurs vies non nous appartient pas, ni nous ont jamais appartenus, je rêve qu'un jour, nous pourrions célébrer nos sacrées fêtes, partout, à lesquelles nous sommes si attachés et qui deviendraient même plus heureuses et belles, sans avoir besoin de verser du sang des innocents par terre. St Martin irait aimer ça, sûrement. Ainsi que le Créateur, Notre Seigneur, Notre Dame et tous les saints. Et que nos amis cochons aussi.



lundi 3 octobre 2016

O que andas a meter no teu prato?



"A vida mais doce é não pensar em nada."
Friedrich Wilhelm Nietzsche, filósofo

Vivemos cegos ao que nos cerca, apegados deseperadamente às nossas crenças, porque temos  muito medo de olhar em volta e perceber que podemos ter aprendido errado. Recusamos  aprender por nós, porque aprender  quase sempre traz consigo alguma dor e algum sacrifício. Envelhecemos cedo demais. Vivemos a vida de outra pessoa. E morremos ignorantes.





Disponível em: <https://www.facebook.com/BrasilMFA/photos/a.1647055495575867.1073741828.1646373535644063/1776046019343480/?type=3&comment_id=1776851019262980&comment_tracking=%7B%22tn%22%3A%22R9%22%7D>. Acesso em 03.10.2016

samedi 1 octobre 2016

O homem que podemos ser



(...) a Deus não se conhece com altos pensamentos e muito estudo, mas com a pequenez dum coração humilde e confiante. Para ser grande diante do Altíssimo, não é preciso acumular honras e prestígio, bens e sucessos terrenos, mas esvaziar-se de si mesmo. A criança é precisamente alguém que nada tem para dar e tudo a receber ... Quem se faz pequeno como uma criança, torna-se pobre de si mas rico de Deus (...)"
Papa Francisco, homilia na missa em Tiblissi, Geórgia, em 01.10.2016

Disponível em: (acesso em 01.10.2016)
<http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/a-verdadeira-essencia-do-verdadeiro-685334
 <http://pt.radiovaticana.va/news/2016/10/01/homilia_do_papa_na_missa_na_ge%C3%B3rgia_%E2%80%93_texto_integral/1261986>




vendredi 30 septembre 2016

Os animais precisam de nossas acções, não de nossa masturbação mental



Admito que posts com imagens explícitas de maus tratos aos animais sirvam para despertar consciências adormecidas. Mas uma vez despertas, é preciso dar o passo seguinte: agir.

Nada adianta ficar a dar gostos nas postagens alheias, ou a malhar o Judas e dizer impropérios nas redes sociais. Centenas e milhares de animais estão a ser mortos neste exacto momento, por nossa causa, e precisam de nós urgentemente, da nossa voz e gestos em sua defesa.

Quando vejo tantas mentes privilegiadas de abolicionistas, de activistas sinceros e capazes, a partilhar vezes sem conta imagens da tortura, a xingar e a ridicularizar, a amesquinhar os criminosos, vejo atitude, mas também vejo desperdício de talento. E de tempo.

Corremos o risco de nos tornar adictos do mesmo sofrimento que estamos a combater, se nos resignarmos e nos acostumarmos a malhar, malhar, malhar sem nada de mais criativo e EFICAZ fizermos.

Estamos numa guerra, sim, de verdade. Pela vida, pela ética, pela sustentabilidade, pela compassividade. O mal, é por defeito, ousado, atrevido e orgulhoso. Ele nos encara sem medo, nos desafia, se engrandece diante de nossos temores e indecisões. Ele nada teme. Ele é o mal.

E nós, o que somos? O bem? Mas que merda de bem fazemos pelos  que sofrem e morrem a cada instante? Quanto estamos dispostos a sacrificar de nós próprios, no lugar do sacrifício desses inocentes? Quanto estamos dispostos a sacrificar de nós proprios, para assegurar um mundo mais digno para as futuras gerações? Somos assim tão mais inteligentes, evoluídos, fixes e valentes que os criminosos que julgamos e espezinhamos socialmente, ou apenas pretendemos sê-lo?

Se firo suscetibilidades... estou-me nas tintas! Julgar sem actuar é masturbar-se mentalmente, é acto solitário, egoísta e egocêntrico.

Estudemos, aprendamos, até com o os posts da tortura, ok. Mas depois de despertos, não teremos mais desculpas nem justificativas para nada fazer. Ajamos, todos juntos, unidos, já!




Homem está no mesmo nível da anchova na cadeia alimentar


Disponível em:<http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/homem-esta-no-mesmo-nivel-da-anchova-na-cadeia-alimentar>(acesso em 30/09/2016)

jeudi 25 août 2016

Educar é...

... amar e respeitar nossas crianças, proporcionando-lhe o conforto e segurança necessários para o seu completo desenvolvimento, fisico, intelectual e espiritual. É incluí-las e não contrário, assegurando-lhes um sentimento de pertencer, de fazer parte de uma imensa e notável vida, que partilhamos com a natureza e em particular, com os outros animais. Ensinar às nossas crianças a amar e respeitar os direitos dos animais, reafirma sua dignidade e cáracter, assegurando que sejam cidadãos conscientes, tolerantes e solidários no futuro.
E então, vamos ensinar e aprender junto com elas o valor do amor?
                            SIM!!!