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dimanche 13 novembre 2016

Je rêve d'un St Martin avec les cochons... vivants!

Je suis arrivé à Porrentruy à la veille du St Martin, pour la suite de ma formation postgraduée. Aujourd'hui, je me suis allé promener sur le Marché, célébré depuis 20 ans, au Centre ville. Et je l'ai beaucoup aimé, tellement sympathique et beau qu'il est, surtout la musique, joué par la bande municipale et des joueuses et joueurs d'accordéon.
Comme on peu s'apercevoir d'après l'affichage ci-dessus, la vedette de la fête c'est le cochon, néanmoins, pas malheureusement à cause de son visage mignon, mais plutôt pour être goûté.
D'habitude l'industrie de l'alimentation utilise des images d'animaux souriants et contents, en étiquettes et affichages comme celui-ci, pour présenter ses produits. Nous grandissons en croyant que les animaux, que nous trouvions mignons pendant notre enfance, naturellement servent à le seule but d'être exploités, et que deviendrons nos sources d'aliments, entre autres. Pourtant, c'est ne pas évidente que les animaux soient en effet si heureux comme les éleveurs veulent en nous convaincre. Pour la seule et vrai raison qu'ils sont condamnés à vivre une existence pénible, emprisonnés, en soufrant des terribles épreuves psychiques et fréquemment de la maltraitance physique, jusqu'au dernière de ses jours, quand ils seront cruellement abattus, devant le regard effrayé de ses compagnons, par les mains indifférents et insensibles d'autre espèce, l'être humain, qui ne se croit supérieur, et dans le droit de les rendre esclaves. Vies rendues misérables, uniquement pour le "plaisir" d'un repas, ou quelque qui serait d'autre, comme ses fourrures, par exemple, pour nous en servir. 
Sûre que leurs vies non nous appartient pas, ni nous ont jamais appartenus, je rêve qu'un jour, nous pourrions célébrer nos sacrées fêtes, partout, à lesquelles nous sommes si attachés et qui deviendraient même plus heureuses et belles, sans avoir besoin de verser du sang des innocents par terre. St Martin irait aimer ça, sûrement. Ainsi que le Créateur, Notre Seigneur, Notre Dame et tous les saints. Et que nos amis cochons aussi.



mardi 4 octobre 2016

Giovanni di Pietro di Bernardone: a afirmação da bondade e da maravilha da Criação



"Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis (Assis, 05 de julho de 1182 — 3 de outubro de 1226), foi um frade católico da Itália. Depois de uma juventude irrequieta e mundana, voltou-se para uma vida religiosa de completa pobreza, fundando a ordem mendicante dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos, que renovaram o Catolicismo de seu tempo. Com o hábito da pregação itinerante, quando os religiosos de seu tempo costumavam fixar-se em mosteiros, e com sua crença de que o Evangelho  devia ser seguido à risca, imitando-se a vida de Cristo, desenvolveu uma profunda identificação com os problemas de seus semelhantes e com a humanidade do próprio Cristo. Sua atitude foi original também quando afirmou a bondade e a maravilha da Criação num tempo em que o mundo era visto como essencialmente mau, quando se dedicou aos mais pobres dos pobres, e quando amou todas as criaturas chamando-as de irmãos."







samedi 1 octobre 2016

O homem que podemos ser



(...) a Deus não se conhece com altos pensamentos e muito estudo, mas com a pequenez dum coração humilde e confiante. Para ser grande diante do Altíssimo, não é preciso acumular honras e prestígio, bens e sucessos terrenos, mas esvaziar-se de si mesmo. A criança é precisamente alguém que nada tem para dar e tudo a receber ... Quem se faz pequeno como uma criança, torna-se pobre de si mas rico de Deus (...)"
Papa Francisco, homilia na missa em Tiblissi, Geórgia, em 01.10.2016

Disponível em: (acesso em 01.10.2016)
<http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/a-verdadeira-essencia-do-verdadeiro-685334
 <http://pt.radiovaticana.va/news/2016/10/01/homilia_do_papa_na_missa_na_ge%C3%B3rgia_%E2%80%93_texto_integral/1261986>




vendredi 30 septembre 2016

Os animais precisam de nossas acções, não de nossa masturbação mental



Admito que posts com imagens explícitas de maus tratos aos animais sirvam para despertar consciências adormecidas. Mas uma vez despertas, é preciso dar o passo seguinte: agir.

Nada adianta ficar a dar gostos nas postagens alheias, ou a malhar o Judas e dizer impropérios nas redes sociais. Centenas e milhares de animais estão a ser mortos neste exacto momento, por nossa causa, e precisam de nós urgentemente, da nossa voz e gestos em sua defesa.

Quando vejo tantas mentes privilegiadas de abolicionistas, de activistas sinceros e capazes, a partilhar vezes sem conta imagens da tortura, a xingar e a ridicularizar, a amesquinhar os criminosos, vejo atitude, mas também vejo desperdício de talento. E de tempo.

Corremos o risco de nos tornar adictos do mesmo sofrimento que estamos a combater, se nos resignarmos e nos acostumarmos a malhar, malhar, malhar sem nada de mais criativo e EFICAZ fizermos.

Estamos numa guerra, sim, de verdade. Pela vida, pela ética, pela sustentabilidade, pela compassividade. O mal, é por defeito, ousado, atrevido e orgulhoso. Ele nos encara sem medo, nos desafia, se engrandece diante de nossos temores e indecisões. Ele nada teme. Ele é o mal.

E nós, o que somos? O bem? Mas que merda de bem fazemos pelos  que sofrem e morrem a cada instante? Quanto estamos dispostos a sacrificar de nós próprios, no lugar do sacrifício desses inocentes? Quanto estamos dispostos a sacrificar de nós proprios, para assegurar um mundo mais digno para as futuras gerações? Somos assim tão mais inteligentes, evoluídos, fixes e valentes que os criminosos que julgamos e espezinhamos socialmente, ou apenas pretendemos sê-lo?

Se firo suscetibilidades... estou-me nas tintas! Julgar sem actuar é masturbar-se mentalmente, é acto solitário, egoísta e egocêntrico.

Estudemos, aprendamos, até com o os posts da tortura, ok. Mas depois de despertos, não teremos mais desculpas nem justificativas para nada fazer. Ajamos, todos juntos, unidos, já!




Homem está no mesmo nível da anchova na cadeia alimentar


Disponível em:<http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/homem-esta-no-mesmo-nivel-da-anchova-na-cadeia-alimentar>(acesso em 30/09/2016)

jeudi 29 septembre 2016

mercredi 28 septembre 2016

"Happy cow": um app para encontrares magazines veganos perto de ti


DGS: Um correcto planeamento de uma dieta vegetariana na criança e no adolescente. Ainda não é vegan, mas é já um grande passo


"As dietas vegetarianas correctamente planeadas são assim saudáveis e nutricionalmente
adequadas para todas as fases do ciclo da vida pediátrico."
António Guerra 
Médico pediatra do Centro hospitalar de São João, professor associado com agregação da Faculdade de medicina da universidade do Porto




Disponível em: <http://fr.slideshare.net/JosFranciscoDuarteRo/alimentao-vegetariana-em-idade-escolar>(acesso em 28/09/2016)

A Europa depende cada vez mais do peixe e do marisco estrangeiro





Disponível em: (acesso em 28/09/2016)


How Switzerland made history with green economy vote




Disponível em:
<http://www.achtung-schweiz.org/how_switzerland_made_history_with_green_economy_vote/>
<http://www.swissinfo.ch/eng/september-25-vote_footprint-of-green-initiative-on-swiss-economy-/42465734>
    (acesso em 28/09/2016)

Planeta 2016, as olimpíadas dos perdedores

(disponível em: <https://www.facebook.com/ulissestavares/posts/1171778359561583>. Acesso em 6.4.2018)




Planeta 2016, as olimpíadas dos perdedores

Enquanto o mundo inteiro acompanha embevecido as olimpíadas Rio 2016, poucos acompanham estarrecidos as paraolimpíadas do Planeta 2016 que afetam o mundo inteiro.
Naquela, tudo é festa. Nesta, tudo é velório.
Ligados em bolas, bolinhas e bolões, deletamos os resultados da grande bola ovalada, a nossa Terra, subindo ao pódio dos perdedores para receber, em nome da humanidade, a medalha de ouro de tolo que nosso empenho, esforço e torcida silenciosa lhe outorgaram.
Como obviamente não virou manchetes nem memes nas frenéticas redes sociais, apenas notinhas de pés de páginas e esparsos comentários de bípedes humanos com o péssimo hábito de se sentirem filhos da mãe Gaia, resumimos os principais resultados para os alienados filhos da puta no sentido politicamente incorreto do adjetivo.
Exatamente no dia 8 de agosto de 2016, a Planeta bateu mais um recorde de emissão de gás carbônico, para o qual contou com a imensa queima de fogos gerada pelas olimpíadas.
Amazônia em primeiro, Mato Grosso em segundo e São Paulo em terceiro, isso apenas na tradicional modalidade queimadas de agosto. Mas também foram premiadas fogueiras eventuais a gosto de piromaníacos renitentes como agricultores e autoridades governamentais federais, estaduais e municipais.
No quesito competições aquáticas, o Phelps é lambari. Avançamos com largas braçadas rumo ao tetracampeonato de esgotar as reservas de água até a última gota, conforme prometido e anunciado, no máximo até 2030.
Para aqueles que estão salivando de raiva contra o ecochato aqui, lembramos que até os rios e cachoeiras do interior paulista secaram. E que a Sabesp teve muito lucro, sim, liberando o consumo das torneiras. Já na bolsa dos valores ecológicos, a Sabesp deixou os reservatórios no superprejuízo.
Na disputadíssima prova de quem pode mais come mais, a Planeta 2016 apresentou o placar déjà-vu: os países ricos comeram o equivalente a três países pobres. Teoricamente cada ser humano tem quase 2 hectares para plantar e colher. Na prática, não sobrou nem um vasinho de samambaia para os famélicos africanos.
Se quiserem o placar dos perdedores completo, com dados precisos, planilhas, comparativos e outros números capazes de esquentar indignações tardias e gelar corações, consultem o Galvão Bueno dos ambientalistas: a Global Footprint Network, que, em parceria com mais de 90 organizações (ufa, somos poucos, mas não estamos tão sozinhos assim!), calcula o Dia da Sobrecarga da Terra, indicador de quanto a coitada de nossa nave mãe consegue repor dos recursos naturais saqueados pelos parasitas humanos.
Estamos no vermelho.
Por coincidência a mesma cor dos logotipos do banco e do refrigerante que nos exortam a gritar Brasil, zil, zil.

Ulisses Tavares ainda aposta na virada do jogo, só não confia é no nosso time. Coisas de poeta.







ULISSES TAVARES (Professor, publicitário, marketeiro, jornalista, dramaturgo, compositor, roteirista, ator e sempre poeta)




jeudi 25 août 2016

Educar é...

... amar e respeitar nossas crianças, proporcionando-lhe o conforto e segurança necessários para o seu completo desenvolvimento, fisico, intelectual e espiritual. É incluí-las e não contrário, assegurando-lhes um sentimento de pertencer, de fazer parte de uma imensa e notável vida, que partilhamos com a natureza e em particular, com os outros animais. Ensinar às nossas crianças a amar e respeitar os direitos dos animais, reafirma sua dignidade e cáracter, assegurando que sejam cidadãos conscientes, tolerantes e solidários no futuro.
E então, vamos ensinar e aprender junto com elas o valor do amor?
                            SIM!!!

mercredi 17 août 2016

Os últimos JO para Juma


Ao aguçado olhar da imprensa alemã nada passou despercebido <http://www.dw.com/pt-br/jogos-ol%C3%ADmpicos-na-imprensa-alem%C3%A3-dia-1/a-19453064>(acesso em 28/09/2016). Falta-nos esse olhar. Nesse eventual "Maracanaço II" da zombaria e do cinismo, deitamos novamente a seriedade no lixo, exibindo fachada colorida artificialmente de sustentabilidade, a ignorar a poluição dos mananciais, a usurpação de reservas florestais e o desastrado e cruel abate, a tiro de pistola, da onça Juma, mantida em cativeiro pelo exército, até o dia em cruzou com a tocha olímpica. Nao tivemos a Juma, mas tivemos a Gisele Bündchen. E parece ter sido o momento épico da Abertura. Afinal, no Brasil, top model têm mais respeito que Presidentes da República. E que os animais silvestres. E que muitas outras coisas.